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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Na cama eu sento, assim
Fresta e janela é um alento
A festa é bela, sim
Pelo menos nesse momento.

Mais do que zero
É o que eu espero de você
Sem lero-lero
Não vou ligar minha TV.

Quero saber:
Quem fechou esse registro
Sem água, sem você
Fica tudo tão sinistro.Clicando aqui, você lê a a letra de música completa
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Rasguei o livro, quebrei a parede

Sua escassez me desatina

Você não mata a minha sede

Vê se me entende, vê se me ensina.
(Poesia de Marcelo Garbine que foi declamada por quatro amigos)
Clicando aqui, você assiste ao filme
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Ao longo do desenvolvimento da minha compleição física, eu não tive nenhum motivo para supor que as mazelas constituíssem tão somente um lugar alheio.

Muito pelo contrário, pois os desapontamentos estiveram presentes no interior do meu próprio lar e advindos dos meus progenitores, inclusive.

Entretanto, o debruçamento sobre a arte de traçar versos foi uma ferramenta útil para aliviar as lágrimas. E quiçá tenha reforçado a minha boa vontade em relação aos mais antigos.

Um sujeito de cabelos brancos e dobras na face que indicavam o prazo fluído de estada em seu tronco carnal, a meu ver, era uma versão corpórea do museu do Ipiranga que eu fiquei encantado em percorrer aos sete anos de vida.

Apesar das maneiras eticamente relapsas mostradas pelas pessoas maduras das quais eu tentei absorver elementos edificadores, o fato significativo era que o maior dos cofres de luz instrutiva estava na iminência de ser aberto.Clicando aqui, você lê a crônica completa
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– Moça, vê se tem ”Pai Rico, Pai Pobre”, do Robert Kiyosaki. É K – I – Y – O – S – A – K – I.

Ela é lerda pra pensar e pra digitar. Sai catando milho no teclado. Digita o K, depois de quatro segundos digita o I e depois de mais quatro segundos digita o Y.

– É K – I – Y e mais o que, moço? – relincha repetidamente a loiríssima.

– K – I – Y – O – S – A – K – I – digo, com o meu estoque de paciência já indo pro beleléu.

– K – I – Y e? – insiste a limitada, como se um mantra fosse.

– Olha, moça, a julgar pela sua encantadora beleza física e precária capacidade racional, eu diria que, com você, ficaria apenas no K. Y. mesmo.Clicando aqui, você ouve a crônica
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Para mim, o costume servia, unicamente, para marcar a cadência que me ajudava a localizar-me na harmonia do mundo, fazendo contrapeso com o meu isolamento quase autista, mas para a minha mãe a data era de suma importância.

Tanto brilhavam os olhos dela que eu não tinha coragem de subtrair, de antemão, o pacote comprido e achatado – que eu sabia ser o meu skate – do saco de presentes. Notava-se aí a inversão de papéis: cabia ao filho fingir para agradar a mãe.

Meu ânimo era bem fraco. Acho que em virtude do que ocorrera um ano antes: os meus primos furaram o meu Pogobol, depois de brincarem com ele no asfalto, mesmo eu dizendo que não podia. O que adiantou tê-lo degustado com os olhos durante os três meses antecessores, nos comercias do Bozo?

Apesar da pouca idade, o saudosismo já tomava conta do meu coração. No ano de 1989, sentia falta do longínquo 1983, quando ganhei um gravador. Aquele, sim, havia sido dado pelo Papai Noel de verdade. E eu passei o dia vinte e cinco inteirinho gravando programas numa fita cassete. Depoimentos e entrevistas nas quais revelei o que eu seria quando crescesse.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Dizem que não devemos colocar a Vagina num pedestal. Lidar com a Vagina como algo trivial e corriqueiro é a melhor estratégia pra preservá-la como sua.

Se dermos muita importância a Ela, perdê-la-emos, pois a Vagina odeia ser idolatrada como Deusa com tanta chatice. Então, a partir de agora, chamá-la-ei de vagina – com letra minúscula – pra ver se conservo a próxima com a qual tiver algum affair.

Caso a vagina perceba o meu desprendimento, sentir-se-á rejeitada e esforçar-se-á pra ser minha... só minha! Joguinhos e desafios é o que elas querem, portanto é isto que lhes oferecerei, por mais idiota que eu considere este entretenimento. O prazer sexual – de forma intrínseca – nunca vai ser suficiente. Brincaremos, pois.

Mas vamos por ordem de relevância: primeiro o meu livro porque não quero ter crise de abstinência. Minhas mãos já estão começando a tremer...Clicando aqui, você ouve a crônica