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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Minha mente era escrava

Da fantasia que eu mergulhava

Mas se você quiser que eu conte

Eu só lembro do horizonte

Horizonte que estava longe

Como o mundo está de um monge

Tão longe que nunca chegou

Por não ser como eu sou.Clicando aqui, você assiste ao vídeo-poesia
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– Não tente tapar o sol com a peneira, rapaz. Fica tranquilo, você está mostrando-se coerente. Ficar um tempo sem tomar banho é uma boa técnica. Você deve se sentir importante quando, enfim, toma.

– O tempo é muito escasso: ou eu limpo a minha casa ou eu tomo banho.

– É um problema fácil de resolver: como você tem cara de quem vive em marte, deve ficar pensando na morte da bezerra e demorar no banho. Então, é só deixar a porta do seu banheiro aberta. O vapor do chuveiro não vai deixar a sua casa brilhando, mas vai dar uma boa limpadela. Como eu suponho que a sua casa deva ser pequena, o vapor vai abranger todos os cômodos. Melhor do que nada pra quem vive no chiqueiro.

– Eu já faço isso. Tomo, sempre, banho com a porta aberta.

– porque está quebrada. Eu aposto.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Eu poderia utilizar estes... agora, doze minutos que se esfarelam pra compor uma poesia. Sim, eu gosto de escrever poemas. Não de ler, somente de escrever, porque a mim são relevantes apenas os meus sentimentos. Mas, na hipótese de você ter algumas linhas de versos vomitadas na sua caderneta, mostra aí, meu. Quem sabe eu não me identifico com algum pedaço...

Entretanto, se a trajetória da sua existência neste planetinha de meu Deus for totalmente discrepante às memórias da realidade que o destino a mim reservou, eu quero que você pegue os seus rabiscos e... guarde bem guardadinho.

Educação é uma palavra cujo significado grafado no dicionário deveria ser "habilidade de não verbalizar aquilo que se pensa".Clicando aqui, você lê o texto completo
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Desta feita, vislumbrei que o quarteto de temporadas climáticas não somente alternava-se no âmbito do perpétuo ciclo de doze meses como também repetia-se ao decorrer de toda a existência de um ser vivente.

Acordamos de manhã, contemplando um novo crepúsculo, cheios de esperança com a oportunidade a nós ofertada de presente pelo universo de colocar em prática as ações que nos conduzirão pelas veredas dos nossos sonhos. Trabalhamos no início do entardecer, com o sol a pino, empenhados na concretização de nossas metas. Atenuamos no início da noite, satisfeitos com mais um tijolinho assentado na construção da nossa casinha de anseios, vendo as folhas da criação serem renovadas. E descansamos no frio da madrugada, momento em que uma leve dor incomoda nas juntas dos ossos porque todas as dores doem à noite, porém com a certeza de que, logo, virá uma viçosa alvorada.

A poesia está no circuito da vida, no passar dos minutos e no escoar de uma energia que se esvai...
Envolta pelo firmamento de distintos espaços do globo terrestre, a poesia acontece sob a pena de poetas de díspares faixas etárias, gêneros e localidades geográficas.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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– É mesmo necessário que eu responda a essa pergunta?

– Não. Eu só perguntei pra sacanear você. Ahahahaha…

– Obrigado. Não estou numa entrevista de doadores de sangue. Estou num show humorístico e sou o ator que serve de escada para a protagonista brilhar.

– É a primeira vez que saio da linha, de modo tão surreal, como agora. O mérito é todo seu, senhor Marcelo. Saiba que sempre sou muito profissional. Mas, não sei por que, senti uma energia diferente em você e quis brincar um pouco. Vai lá doar o sangue. Você é sangue bom em todos os sentidos. Gostei de você. Prazer, o meu nome é Silvia.

– E não é pra menos. Sua mãe acertou no seu nome. Faço minhas as palavras do Marcelo Nova.

– Ooooolha… eu sou funcionária pública. Isso é desacato, viu?

– Eu sei. Por isso não digo o que eu gostaria de berrar no seu ouvido, mas dou graças pelo cantor que já fez isso por mim na década de oitenta.Clicando aqui, você lê o texto completo
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– Moça, vê se tem ”Pai Rico, Pai Pobre”, do Robert Kiyosaki. É K – I – Y – O – S – A – K – I.

Ela é lerda pra pensar e pra digitar. Sai catando milho no teclado. Digita o K, depois de quatro segundos digita o I e depois de mais quatro segundos digita o Y.

– É K – I – Y e mais o que, moço? – relincha repetidamente a loiríssima.

– K – I – Y – O – S – A – K – I – digo, com o meu estoque de paciência já indo pro beleléu.

– K – I – Y e? – insiste a limitada, como se um mantra fosse.

– Olha, moça, a julgar pela sua encantadora beleza física e precária capacidade racional, eu diria que, com você, ficaria apenas no K. Y. mesmo.Clicando aqui, você ouve a crônica