FacebookTwitterGoogle+Linkedin
Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
X
Vagarosos são os passos
Já fumei mais de dois maços
Envenenando todo o meu ser
Até a alma, não quero crer.

Não creio
Abomino
Que encontrei o
Meu destino.

O meu destino
Eu mesmo invento
Desatino
Acrescento:Clicando aqui, você ouve a música
X
No domingo seguinte, fui à igreja com a minha avó, que era uma católica fervorosa.

Vi uma velhinha ajoelhando-se na frente da imagem de uma santa e fazendo uma promessa.

Aí, pensei: "Será que esse negócio dá certo mesmo?".

Olhei pra cara da santa e decidi fazer a minha promessa também, mas não fui com a cara dela. Também não gostei da imagem do santo do lado... Tinha uma cara de bocó...

Achei melhor procurar um santo que tivesse mais a ver comigo. Como eu usava óculos, fui atrás de um santo de óculos. Não encontrei nenhum e voltei pra casa cabisbaixo.
(Trecho da crônica para rádio "O diabo vai chegar numa Brasília verde")
Clicando aqui, você ouve a crônica
X
As semanas que se sucederam escorreram como areia entre os dedos. Recobrada sua conduta socialmente aceitável, rapidamente, o dia da bizarrice foi completamente esquecido pelos executivos. A repetição de suas maneiras normais, salvaguardou o apreço que mantinham por ele.

Novos projetos de trabalho vieram ao escritório. Conhecedor que agora era de seu íntimo, quis ir além de seus atributos como líder do departamento de propaganda. Empolgado, recebeu autorização para realizar tarefas de campo, desviando-se de sua função.

Chamou a atenção da revista Piacgazdaság o crescente turismo de Budapeste. Uma onda excursionista, principalmente oriunda da Sérvia, da Romênia e de outros países convizinhos do leste europeu, tomou conta da Hungria. Uma reportagem acerca deste fenômeno mercadológico seria publicada e ele, investido na fase atual de sua carreira, assumiu a dianteira, e foi entrevistar o presidente da empresa promotora de eventos responsável pela ascensão deste nicho.Clicando aqui, você lê o conto completo
X
Rasguei o livro, quebrei a parede

Sua escassez me desatina

Você não mata a minha sede

Vê se me entende, vê se me ensina.
(Poesia de Marcelo Garbine que foi declamada por quatro amigos)
Clicando aqui, você assiste ao filme
X
O trânsito de São Paulo estava aquela maravilha de sempre. E eu, morrendo de vontade de fazer o que mais ninguém pode fazer por mim…

– Senhor, eu preciso tirar água do meu joelho, vou aproveitar que está tudo parado e ir naquele jardinzinho ali.

– Vai lá, meu caro, porque por mais que seja grande a sua força de vontade, o universo não trará um banheiro até você.

Comecei a forçar o trinco da porta do Fusca, que parecia emperrada.

– Vai! Com força e pra cima!

– É isso aí, senhor Bom Sucesso!

– Ahahahaha… não se empolgue, moço. Estou referindo-me ao trinco. Você está mesmo fissurado nesse livro. Que dó de você…Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação gráfica
X
Confessei a minha cagada pra minha mãe e ela riu também.

Mamãe é coordenadora pedagógica de uma escola e, por coincidência, o autor da supracitada obra é pai de um ex-aluno que estudou lá.

Minha mãe admira o trabalho de Ilan Brenman e costuma adotar os livros dele pra usá-los didaticamente. Como ela ainda não tinha aquele título, mostrou interesse e disse que poderia ficar com o livro.

Sendo eu muquirana pra cacete, vendi o livro pra minha mãe. Depois concluí que teria sido mais elegante embrulhá-lo e guardá-lo pra presenteá-la no dia das mães. A economia seria a mesma, entretanto, com fineza, poupando-me de cair na grosseria.

Cafona, ingênuo, lunático e mão de vaca, tudo bem, eu posso ser. Mal educado, não.

Descortesia à parte, o padrão da circunstância foi reestabelecido e permaneceu tudo "elas por elas".Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital