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Baralho Literário
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A dor que, até no vegetal, forte lateja

Se for a pé pro verde, tal norte almeja

Diz: dói meus pés a caminhar florida vereda

Destrói deus, fés e meu altar: ferida de seda.Clicando aqui, você lê a poesia completa
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Quando a dona Hermengarda saía pra abrir a sua quitanda cheia de ratos, eu pulava o muro daquela velha casa e ia ao encontro da feiosa Bartira. Todos os dias, eu a encontrava chorando, lamentando-se por ser a menina mais feia do bairro. Dava um trabalhão consolar a Bartira. Isto me custava uns trinta minutos de preliminares até a Bartira ceder.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação gráfica
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Saí, enfim, daquela sala desgraçada e fui logo para o que interessava: a doação de sangue. Pensei que a minha expiação de pecados havia findado, mas logo que deitei na poltrona, senti aquela picada maldita na veia. Quase xinguei quem não tinha nada a ver com isso: a mãe da enfermeira.
(Trecho da crônica para rádio "Joga bosta na Geni porque a Silvia é piranha")
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