Baralho Literário




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Uma velhinha deu-me uma bolsada pra expressar o seu desprezo pela gentileza que os seres civilizados costumam ter. Ela assistira à minha conferência e levara ao pé da letra o que eu disse, ignorando integralmente a gama de conceituações acerca de sentidos denotativo e conotativo, sarcasmo e todas as figurações diversas que a cabeça engenhosa que o Criador nos deu é capaz de arquitetar.Clicando aqui, você ouve a crônica
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A


Advém de terra longínqua
Meu amor, que um dia se foi
Meu bem, é claro que é, sim, sua
A dor de um “bom dia” e de um “oi”.
Um “bom dia” dado aos bons ventos
“Oi” ecoando aos quatro cantos
Contei, foram mais de seiscentos
Ecos. Lágrimas, outros tantos.Clicando aqui, você assiste ao filme
Meu amor, que um dia se foi
Meu bem, é claro que é, sim, sua
A dor de um “bom dia” e de um “oi”.
Um “bom dia” dado aos bons ventos
“Oi” ecoando aos quatro cantos
Contei, foram mais de seiscentos
Ecos. Lágrimas, outros tantos.Clicando aqui, você assiste ao filme
A


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E por mais que eu esqueça
Nem tudo sai da minha cabeça
Aquela aula de matemática
Tão piegas e sistemática
Ainda não acabou
E não é como eu sou
Mas se eu quiser voar
Vou ter que me adaptar.Clicando aqui, você assiste ao vídeo-poesia
Nem tudo sai da minha cabeça
Aquela aula de matemática
Tão piegas e sistemática
Ainda não acabou
E não é como eu sou
Mas se eu quiser voar
Vou ter que me adaptar.Clicando aqui, você assiste ao vídeo-poesia
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