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Baralho Literário
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Perdi a minha namorada e todo o meu acervo literário – o último, temporariamente, assim espero – mas não perco o vício de tentar achar, tipografados, despejados em papéis que, um dia – assim como eu – ao pó irão retornar, ensinamentos da salvação, que me apontem rumos inexplorados pra redirecionar a minha dispersa existência na Terra.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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Enfim, já entardecia e eu achava engraçado o que ocorrera. Por que eu fui participar de um workshop de mecânica se este negócio não tem nada a ver comigo? Será que não? Bem... eu já fui criança um dia e, como todo menino, quis ter um amigo robô. Talvez, involuntariamente, continue almejando construir um. E esta vontade pueril, provavelmente, foi acentuada naquela manhã cinzenta...Clicando aqui, você ouve a crônica
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Ele arregaçava as mangas, fazia o possível pra ajeitar as costas curvas, e levantava a assustadora navalha pro alto. É nessa parte que eu começava a ouvir a clássica musiquinha de Alfred Hitchcock tocando, ao fundo. Será que esse lazarento vai enfiar essa porra no meu olho? E, então, o seu Luiz descia o machado – ops! – a navalha.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação gráfica
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