Baralho Literário




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Quando como um hambúrguer pestilento numa lanchonetezinha de beira de estrada e o balconista não permite que eu pague com cartão, alegando que esse meio de pagamento é reservado pros que consumirem mais de vinte reais, prometo nunca mais pisar naquela porqueira ordinária. Mas, aos poucos, percebo que fiz essa promessa em dezenas de bodegas das quais fui, gratuitamente, escorraçado.Clicando aqui, você lê o texto completo
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– Doutora, o meu problema é muito constrangedor...
Ela arregalou os belos olhos verdes e fingiu estupefação pra consolar-me, mas, no fundo, ela só queria que eu continuasse falando pra divertir-se com a minha desgraça. Li o livro “O Corpo Fala”. A boca da jovem médica abriu-se pra sincronizar com os olhos. A moça escolheu a profissão certa, era uma péssima atriz. Sua fisionomia exalava sorriso sarcástico.Clicando aqui, você ouve a crônica
Ela arregalou os belos olhos verdes e fingiu estupefação pra consolar-me, mas, no fundo, ela só queria que eu continuasse falando pra divertir-se com a minha desgraça. Li o livro “O Corpo Fala”. A boca da jovem médica abriu-se pra sincronizar com os olhos. A moça escolheu a profissão certa, era uma péssima atriz. Sua fisionomia exalava sorriso sarcástico.Clicando aqui, você ouve a crônica
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As orelhas de abano da Bartira podiam muito bem servir como chacoalhadores, as quais eu agarrava, uma em cada mão, pra chacoalhar a pobre Bartira e incentivá-la a aumentar a velocidade. Desde cedo, aprendi olhar o lado positivo das circunstâncias. Por isto, tenho vontade de escrever um livro de autoajuda.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação gráfica
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