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Baralho Literário
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Após a última estrofe recitada vieram os aplausos. Vaidade? Claro. Se não fosse pela vaidade, não teria composto essa bosta, teria tomado cerveja mesmo. Que, aliás, é o que eu faço agora. Agora eu posso. Se eu tomasse antes, seria um relés mortal dado ao vício, mas agora eu sou um poeta aclamado e poetas aclamados podem alterar a consciência sem vulgaridade.Clicando aqui, você ouve a crônica
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Os detestáveis dispositivos, que foram essenciais pra continuidade da presença humana no globo terrestre até o instante atual, responsáveis pela vulga "lei da boa vizinhança", não me deixarão ressonar os meus "decibélicos" roncos noctâmbulos em paz. Eu não sou cem por cento ateu. Mesmo que seja ínfima a possibilidade de haver um Deus, vai que o calhamaço milenar seja fidedigno... Deus me livre!Clicando aqui, você lê a crônica completa
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Abri a minha boca pra tentar emendar alguma coisa que me arrebatasse, todavia, antes que as minhas cordas vocais mandassem pra fora qualquer som, ela esbugalhou os globos oculares tresloucadamente e lançou a cabeça pra trás com ímpeto. Imaginei que ela fosse ter um ataque ou algo similar, mas ela deu um grito:
– FAZ SENTIDO!
... E caiu na gargalhada.Clicando aqui, você ouve
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