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Baralho Literário
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– Fez tatuagem neste ano?
– Não.
– E essa tatuagem no seu peito, que dá pra ver pela gola V da sua camiseta?
– Fiz há 17 anos. Está bom para a senhora?
– Viajou nos últimos doze meses para estados onde há prevalência da malária, como Acre, Rondônia ou Pará?
– Não, mas acho que seria mais prático se eu tivesse ido doar sangue por essas bandas.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação
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O Espaço Unibanco de cinema é um dos raros locais de São Paulo que me dão a sensação de estar mandando às favas essa maníaca obsessão de cumprimento de horários e compromissos urgentes. Quase um oásis no meio desse hospício disfarçado de cidade.Clicando aqui, você ouve a crônica
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Sendo eu muquirana pra cacete, vendi o livro pra minha mãe. Depois concluí que teria sido mais elegante embrulhá-lo e guardá-lo pra presenteá-la no dia das mães. A economia seria a mesma, entretanto, com fineza, poupando-me de cair na grosseria.

Cafona, ingênuo, lunático e mão de vaca, tudo bem, eu posso ser. Mal educado, não.Clicando aqui, você lê o texto completo
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